domingo, 24 de outubro de 2010

O MEIO AMBIENTE AGRADEÇE!

Aquecedor feito de garrafa pet
Coletor de energia solar leva temperatura da água a 50° e gera economia na conta de luz.

Rio - Tá na hora de tirar a garrafa PET do lixo e jogar fora o chuveiro elétrico. É difícil de acreditar, mas basta um investimento de R$ 120 e qualquer um pode aproveitar a luz do sol para economizar em 30% o consumo de energia, montando um coletor caseiro. A natureza e o bolso agradecem!


Na creche Chico Mendes, 150 crianças tomam banho quente todo dia graças a coletor feito com mil garrafas | Foto: Divulgação
Tomar um banho por dia de cinco minutos, aquecido a energia elétrica, custa R$ 5 por mês. Parece pouco, só que a lavagem não é tão rápida e, geralmente, mais de uma pessoa usa o chuveiro. No fim das contas, um prédio de 20 andares chega a ter gasto de R$ 60 mil por ano, só em banhos. No Brasil, 80% das residências usam chuveiro elétrico.

O catarinense José Alcino Alano encontrou um jeito de aliviar o prejuízo e, de quebra, ajudar o planeta. Ele inventou um coletor de energia feito com garrafas PET, caixas de papelão e tubos de plástico, pintados com tinta preta. No verão, a água num aquecedor desses chega a 50 graus. E o plástico dura centenas de anos. Ou seja, o equipamento, não precisa de manutenção.

O coletor é mais adequado para casas, mas também pode ser instalado em prédios. É só calcular mais ou menos uma garrafa PET para cada litro da caixa d’água do edifício. Talvez você não consiga deixar a água muito quente, mas pelo menos vai deixá-la menos fria para que não precise forçar muito o chuveiro ou o aquecedor”, explica o professor de Física da Uerj Carlos Eduardo Leal, que dá oficinas no Rio para divulgar a invenção. “É muito fácil arrumar essas garrafas. Basta pedir para o porteiro e para os vizinhos te darem, em vez de jogarem fora”.

Além da economia financeira, a ideia diminui a quantidade de resíduos, o tempo de vida dos aterros sanitários e o risco de apagão e enchentes causadas por entupimentos de bueiros com garrafas. “É um alívio para o sistema elétrico nas horas de pico”, elogia Alano. Mais de 6 mil aquecedores já foram construídos no Paraná com apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Experiências mostram que, em 45 minutos, a temperatura da água no coletor dobra. O ápice do aquecimento é às 12h30, mas, se a caixa d’água for forrada com isopor, o banho fica aquecido até mesmo de manhã cedo. Na creche Chico Mendes, em Florianópolis, 150 crianças comprovam isso todo dia, graças a um coletor de 20 m², feito com mil garrafas PET. “Mesmo no inverno, funciona”, garante Karina Almeida, diretora da creche.

Os coletores solares industriais que promovem aquecimento de água custam em média R$ 5 mil e são feitos de placas de metal e tubos de cobre. Os usados para gerar energia elétrica custam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil e são feitos de células fotoelétricas de silício.

FONTE:JORNAL O DIA

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

Curso de IA - arrumando material pra inseminação artificial

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

DEFESA SANITÁRIA

INSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA E FLORESTAL DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - Idaf/ES, no uso de suas atribuições legais, de acordo com os autos dos Processos Administrativos nº 49902970 e nº 49445812, torna público que realizará, através da Fundação Professor Carlos Agusto Bittencourt
- FUNCAB, Concurso Público para o provimento de 280 vagas e cadastro de reserva
para cargos do quadro permanente de servidores do Instituto de Defesa
Agropecuária e Florestal do Estado do Espiríto Santo - Idaf/ES,A PARTIR DO DIA 20/10/2010.
SITE: FUNCAB.ORG.BR


FONTE:FUNCAB

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Conservação do Solo

REABERTURA DO MERCADO AMERICANO.

Comércio Exterior: EUA anunciam reabertura do mercado para carne brasileira.


A carne suina poderá ser exportada a partir de 30 de novembro; cortes bovinos, só em 2011.



De acordo com o Ministério da Agricultura do Brasil, o USDA, Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, definiu as datas para a entrada de carnes brasileiras naquele mercado. A partir de 30 de novembro será permitida a entrada da carne suína.

O prazo inicial para liberação do produto de Santa Catarina era setembro, mas o governo americano descumpriu o acordo. A nova data foi firmada depois de uma carta enviada pelo Itamarati, acusando os Estados Unidos de comprometerem a negociação que envolve a suspensão de retaliações previstas pela OMC, Organização Mundial do Comércio aos cotonicultores daquele país.

Quanto à reabertura do mercado para a carne bovina, o USDA não confirmou datas, mas a perspectiva é que de a liberação só ocorra em 2011. Os embarques de carne bovina processada para os EUA estão suspensos desde o fim de maio, quando um lote de carne industrializada da unidade de Lins, SP, do Grupo JBS, foi devolvida com resíduos do vermífugo ivermectina acima do permitido.

Fonte: Zero Hora

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

LIXO É LUXO????????? CLARO QUE É!

Após ter a sobrinha de 1 ano devorada por ratos, Hanna Fathy é um dos mais engajados na reciclagem do lixo na comunidade
Eles vivem com menos de um dólar por dia, não têm emprego nem comida e, às vezes, sequer água ou eletricidade. Mas construíram em seus tetos tecnologia sustentável de primeira qualidade com a única coisa que têm de sobra: lixo. Alguns moradores da comunidade de Zabbaleen, em Cairo, no Egito, fizeram aquecedores solares com materiais recicláveis que proporcionam a eles água limpa e quente. Com isso deixaram de aquecer água usando estufas ou querosene – método que causava 30 mortes por ano no bairro.


Imagem da favela de Zabbaleen, a "cidade da sujeira"O responsável pela ideia é o físico americano Thomas Culhane, proprietário da ONG Solar Cities, dedicada a reduzir resíduos e gastos com energia em banheiros e cozinhas, áreas das casas em que mais se produz lixo e despesas com água e gás. Ele se mudou há quatro anos para a favela da capital egípcia.

Segundo Culhane, a tecnologia é tão simples que até "uma criança de dois anos pode fazê-lo; Com a ajuda do pai, claro". As 17 placas solares já instaladas no bairro, construídas com canos de ferro e chapas de alumínio de latas recicladas, aquecem a água que percorre os canos e a enviam a um tanque conectado com mangueiras e válvulas, também extraídas do lixo.

Um efeito de sifão faz com que a água quente se acumule no alto do tanque e que a água fria saia por baixo para entrar novamente no coletor solar. "Não é uma tecnologia que veio de mim, mas saiu da própria comunidade. Carpinteiros, encanadores, eletricistas, soldadores e artesãos. Todos cooperaram com ideias", conta o cientista.

A casa de um dos moradores, Hanna Fathy, pode ser comparada aos lares sustentáveis dos países mais desenvolvidos, por exemplo. Ele teve a sobrinha de um ano de idade devorada por ratos, praga atraída pelo acúmulo de lixo – o que, no caso de Zabbaleen ("catadores de lixo", em árabe), significa verdadeiros montes de resíduos circundando a comunidade. Hoje é o principal colaborador de Culhane no projeto.

O biodigestor da casa de Fathy funciona a base da decomposição de detritos orgânicos e proporciona uma hora de gás ou 45 minutos de eletricidade. A família se dá o “luxo” de ouvir música no rádio. A nova solução também é eficiente no combate ao mau cheiro, às ratazanas e as doenças transmitidas em ambientes tão sujos. A favela é conhecida no local como “Cidade da Sujeira”.

Para Culhane, o Egito tem "os profissionais, os recursos e a criatividade" para resolver suas principais necessidades. "Só é preciso que comecemos a mudar de mentalidade". Ele promove essa mudança de uma maneira inusitada . Com um violão solar e composições próprias, o físico canta pela comunidade músicas sobre a luta ambiental.

fonte: globo rural